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LIVRO: “Princesa Adormecida” – Paula Pimenta

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Era uma vez uma princesa… Você já deve ter ouvido essa introdução algumas vezes, nas histórias que amava quando criança. Mas esta princesa sou eu. Quer dizer, é assim que eu fiquei conhecida. Só que minha vida não é nada romântica como são os contos de fada. Muito pelo contrário. Reinos distantes? Linhagem real? Sequestro? Uma bruxa vingativa? Para mim isso tudo só existia nos livros. Meu cotidiano era normal. 

Tá, quase normal. Vivia com meus (superprotetores) tios, era boa aluna, tinha grandes amigas. Até que de uma hora pra outra, tudo mudou. Imagina acordar um dia e descobrir que o mundo que você achava que era real, nada mais é do que um sonho. E se todas as pessoas que você conheceu na vida simplesmente fossem uma invenção e, ao despertar, percebesse que não sabe onde mora, que nunca viu quem está do seu lado, e, especialmente, que não tem a menor ideia de onde foi parar o amor da sua vida. Se alguma vez passar por isso, saiba que você não é a única. Eu não conheço a sua história, mas a minha é mais ou menos assim…

 

Maio foi a vez dela! Aurora, mais conhecida como “A Bela Adormecida”, invadiu as telas de cinema e as páginas dos livros nesse mês, fazendo a alegria das pessoas que, como eu, amam um conto de fadas. Depois de sair de uma sessão incrível do filme Malévola, com minha senha no pulso, entrei na fila pra ver mais uma vez a Paula Pimenta, que estava lançando o primeiro de uma coleção de livros inspirados nas Princesas da Disney.

Pra quem não conhece, Paula Pimenta é de Belo Horizonte e se formou em publicidade na PUC Minas, mas leva a vida como escritora. É autora dos romances “Fazendo meu filme” e “Minha vida fora de série”, além de ter livros de crônicas e poesias. Pra quem é fã da Meg Cabot, ela a versão mineira da autora do “Diário da Princesa”, porque tem um estilo de escrita bem parecido com o dela. Paula até participou de uma coletânea de contos junto com ela!

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Filme: Questão de Tempo

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“Ao completar 21 anos, Tim é surpreendido com a notícia dada por seu pai, de que pertence a uma linhagem de viajantes no tempo. Ou seja, todos os homens da família conseguem viajar para o passado, bastando apenas ir para um local escuro e pensar na época e no local para onde deseja ir. Cético a princípio, Tim logo se empolga com o dom, ao ver que seu pai não está mentindo. Sua primeira decisão é usar esta capacidade para conseguir uma namorada, mas logo ele percebe que viajar no tempo e alterar o que já aconteceu pode provocar consequências inesperadas.”

 

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“Eu nunca disse que a gente poderia consertar as coisas. A vida é uma caixa de surpresas!”

 

Quando li a sinopse de “Questão de Tempo”, fui correndo assistir! Diferente da maioria das pessoas, sou apaixonada por comédias românticas “água com açúcar” e esperava que essa fosse mais uma delas, mas me enganei. Fazia tempo que eu não me surpreendia com um filme assim! Não é nada clichê, pelo contrário, é totalmente fora do convencional. O filme traz uma história original, interessante, sem clichês e melodramas… Nada previsível, inteligente, diferente dos romances da atualidade. Poderia passar horas aqui só elogiando!

Mais do que um romance, é um filme sobre a vida. Mais do que uma história de amor, é um filme sobre família, sobre a relação de pai e filho, com uma família divertida e diferente. O amor é retratado de um jeito novo, fora do comum, com o toque especial das viagens no tempo. O protagonista não é um galã como nos outros filmes, é um cara desajeitado, engraçado e muuuito fofo! A protagonista é aquela pessoa legal, simpática, que não tem como não gostar e não se identificar. Os personagens estão sempre de bom humor, arrancando sorrisos nossos em praticamente todas as cenas. O roteiro é super bem construído e a atuação de todos os atores é impecável, principalmente da Rachel McAdams, que eu tanto adoro. Ela protagoniza quase todos os meus filmes de romance preferidos, mas esse é, de longe, o melhor que ela já fez – além de Diário de uma Paixão. A história foge da perfeição, daqueles relacionamentos perfeitinhos, e esse é um dos muitos diferenciais. Tudo isso com uma ótima trilha sonora!

 

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Filme / Livro : Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos

cidade dos ossos

— O que é isso? – perguntou olhando de Clary para os companheiros, como se eles pudessem saber o que ela estava fazendo ali.

— É uma garota – disse Jace, recuperando a compostura. — Você certamente já viu garotas antes, Alec. Sua irmã Isabelle é uma.

 

Foi no momento em que li este diálogo que pensei comigo mesma: “esse livro vai ser bom”.

Eu sempre gostei de ler. Li todos os clássicos, todos os não-clássicos… Sempre fui do tipo que se perdia por horas na livraria tentando escolher qual livro pedir de aniversário aos meus pais, porque só podia escolher um. Mas confesso que já fazia algum tempo desde a última vez que me emocionei em uma loja de livros, ultimamente parece tudo meio igual! Bruxas, vampiros, anjos, demônios, lobisomens, deuses (e semi-deuses)… O herói perfeito, a mocinha perfeita e a história trágica o suficiente pra ser perfeita também.

Não sei qual é o seu gosto, só que pro meu faltava alguma coisa. Talvez porque eu sempre tenha preferido os bad boys ao cavalheirismo de Edward, e a gentileza de Peeta e a ingenuidade de Percy Jackson não me impressionassem tanto. Faltava algo neles, mas a pergunta era: o quê?

Faltava sarcasmo, faltava comportamento impulsivo, faltava saber que era o rei da cocada-preta e se achar o tal por causa disso. Como eu disse, faltava a atitude bad boy! E se a atitude de Jace não fosse perfeita simplesmente por ser tão irritante, a interpretação de Jamie Campbell Bower deixou o pacote ainda melhor.

 

Sendo sincera, eu não dava nada pelo filme. Assisti porque toda galera que ia ao cinema naquela noite estava na pilha desse tal “Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”. Juro que pelo título eu achei que era um filme de terror-meio-ficção-meio-suspense-meio-sinistro. Mas fui pra ver qual era! E me apaixonei por todos: pela história, pela fantasia, pela trilha sonora, principalmente pelos personagens… Isabelle e Alec Lightwood, os irmãos prodígio e, claro, o lindo-maravilhoso-sarcástico-e-irritantemente-convencido Jace Wayland.

Antes que eu dê maiores spoilers, vamos ao resumo oficial:

“Clary Fray presenciou um misterioso assassinato, mas ela não sabe o que fazer porque o corpo da vítima sumiu e parece que ninguém viu os envolvidos no crime. Para piorar a situação, sua mãe desapareceu sem deixar vestígios e agora ela precisa sair em busca dela em uma Nova Iorque diferente, repleta de demônios, magos, fadas, lobisomens, entre outros grupos igualmente fantásticos. Para ajudá-la, Clary (Lily Collins) conta com os amigos Simon (Robert Sheehan) e o caçador de demônios Jace Wayland (Jamie Campbell Bower), mas acaba se envolvendo também em uma complicada paixão.”

 

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Basicamente, Clarissa/Clary (sim, amei que a personagem tem o meu nome!) é uma garota normal, cuja mãe superprotetora não gosta que ela vá nem até a esquina comprar pão, que se vê em uma boate quando três jovens, uma morena escultural e dois garotos sombrios, atraem um quarto elemento e o matam na frente de TODO MUNDO. O problema é que só Clary parece perceber que tem alguma coisa muito errada! Quem são esses caras de roupas pretas e por que seu melhor amigo Simon não consegue vê-los? Como se não bastasse isso, estranhas visões de símbolos esquisitos não param de pipocar em sua cabeça, ao mesmo tempo que sua mãe desaparece e a única coisa que parece fazer algum sentido é o olhar vazio do rapaz loiro na boate Pandemônio.

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Filme: A Melhor Festa do Ano

a melhor festa do ano

“No baile de formatura, todo mundo tem uma história e nenhuma delas é exatamente igual. Várias histórias entrelaçadas se desenrolam em uma escola de ensino médio quando o grande baile se aproxima! A Melhor Festa do Ano retrata a insegurança da passagem do colegial para a independência enquanto alguns relacionamentos são finalizados e outros iniciados. Nova Prescott tem um objetivo no seu ultimo ano de colégio: fazer o melhor baile de formatura de todos os tempos. No entanto, um incêndio acaba com toda a decoração, e ela vai ter que contar com a ajuda de um jovem nada convencional para refazer, que se torna um obstáculo para a sua festa perfeita. Então, ela se vê atraída justamente por Jesse, o cara que está atrapalhando seus planos! Seus amigos Mei e Tyler guardam segredos, enquanto outros enfrentam toda a insegurança e a expectativa que cerca um dos eventos mais importantes da escola. Há centenas de noites durante o ensino médio, mas há apenas um baile de formatura!”

 

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“Quem nós fomos durante esses 3 anos de ensino médio… Não importa. Somos apenas todos nós, juntos, nesse momento único e perfeito.”

 

Uma amiga me indicou “A Melhor Festa do Ano” e eu fui correndo assistir! Ela já veio dizendo que é a minha cara. Vocês devem imaginar porque, né? Sou apaixonada por comédias românticas, principalmente essas da Disney bem adolescentes, naquele estilo “água com açúcar”. Apesar do clichê e daquele típico filme de sessão da tarde, acho que os filmes da Disney sempre tem aquela magia diferente, sabe? Eles dão aquela sensação boa, difícil de explicar. Sou suspeita pra falar, mas gostei tanto que não poderia deixar de indicar aqui pra vocês!

 

Encantador! Não tem forma melhor de descrever esse filme. A típica “prom” dos Estados Unidos, esperada pelos alunos por anos, retratada de uma maneira incrível! Toda aquela expectativa, com meses de preparação… Quem vai ser o rei e a rainha do baile de formatura, qual vestido as meninas vão usar e, principalmente, quem vai convidar quem. Aquela ansiedade de ficar se perguntando se o cara dos sonhos vai ou não te convidar, de combinar tudo com as amigas, etc. Quem nunca?! Todo mundo já passou ou vai passar por isso, mesmo que antes de uma festa qualquer, mas muito esperada. Tudo isso com uma decoração linda, atores ótimos e uma trilha sonora muito fofa!

Tem amor, amizade, sorrisos, lágrimas, brigas, recomeços… E muito romance, com casais fofos e pedidos românticos e inspiradores pro baile. Pedidos de encher os olhos d’água mesmo, de suspirar! Alguns não tão românticos assim, uns engraçados e outros desajeitados. Mas, ao mesmo tempo, há insegurança, términos, traições, segredos revelados e caminhos diferentes sendo trilhados. Apesar de ser um filme típico americano, acho que tem muitas coisas em comum com a realidade de toda menina!

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Renata Rocha


Renata Rocha, 25 anos, mineira de BH. Estudante de jornalismo e terapeuta holística, é completamente apaixonada por ler, falar (muito) e escrever. Louca pelo universo feminino, ama assuntos sobre beleza e tudo relacionado à maquiagem, cabelos e unhas – o que é trazido há 8 anos neste blog. Pisciana que pensa com o coração, vive de sonhos e palavras!



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